Prefácio de Chris Hedges, autor vencedor do Prêmio Pulitzer
Na era do colapso climático, dizer a verdade tornou-se um ato criminoso.
De uma cela na Prisão de Wayland, Roger Hallam — agricultor, pesquisador e cofundador da Just Stop Oil — apresenta uma acusação contundente contra um sistema jurídico que pune quem resiste, enquanto protege quem destrói. Em julho de 2024, Hallam foi arrastado para fora de um tribunal britânico por se recusar a silenciar sobre a crise climática. Por “conspiração para causar perturbação pública”, ele foi condenado a cinco anos de prisão — a pena mais severa por desobediência civil no Reino Unido na história britânica moderna. O caso foi manchete nos principais jornais e gerou indignação global.
Suicídio é, em parte, um relato de memórias e, em parte, um acerto de contas político. Baseado na pesquisa premiada de Hallam e em sua experiência defendendo a si próprio em quatro julgamentos em tribunais superiores, a obra expõe as falhas morais e jurídicas de uma sociedade que caminha sonâmbula rumo à catástrofe. Da ciência climática e do direito de necessidade ao colapso das normas democráticas e às ilusões da razão secular, este é um chamado radical para repensar a justiça, a verdade e o dever diante da extinção.
“Estes manifestantes não são criminosos — são mensageiros.” — Carta Aberta assinada por mais de 1.200 figuras públicas, incluindo Rowan Williams, Brian Eno, Annie Lennox, Sir David King, Tilda Swinton e Philip Pullman.
Elogios ao trabalho de Roger
“Brilhante: sábio, profundo e persuasivo.” — George Monbiot
“Um manual de instruções para rasgar o véu da corrupção.” — Paul Mason
Coautoria dos Fundadores da Extinction Rebellion





